segunda-feira, janeiro 14

Luiz Antonio Solda, o poeta da hora

Foto: Henri Cartier Bresson

triste poesia que nasce
como se eu
me embaraçasse
pela chuva
na janela

como se a chuva
esperasse
que a espera
parasse
que o vidro embaçasse
num trem
pra montparnasse

3 comentários:

Jake Mello disse...

essa desembaraçou-me..rs.
Gostei daqui. Te linkei.

Bjo

Carlos Couto disse...

meu plágio está paráfrase
(para Luiz Antonio Solda)

o salto está paraquedas
assim omo
a queda está paramédico

a linha está paralela
assim como
a curva está parábola

o sentido está paradoxo
assim como
a crença está paradigma

o conjunto está parafernália
assim como
a tempestade está para-raio

o poema está parabéns
assim como
a homenagem está parati

http://carloscouto.blogspot.com/2009/09/meu-plagio-esta-parafrase.html

Raquel Moreira disse...

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