O silêncio da solidão mora em meus olhos Revela-se na tristeza, retém a palavra amarga Tem a nudez de um aguaceiro de Maio Uma garganta presa em grades que a voz embarga
Hoje a Ilha acordou presa ao silêncio Os pássaros voaram no chão de barro frio Esqueceram-se de subir ao azul Lavaram as penas nas águas de um rio
Convido-te a descansar a alma nas minhas pedras de Ouro
Não me pergunte porque, mas me fez pensar na falta da continuidade, na própria morte e nas cores que cintilam quando a escuridão prevalece... Acho que estou na fase de Maiakóvski: "A poesia é uma forma de produção. Dificílima, complexíssima, porém produção".
4 comentários:
Oi Liz, obrigada pela visita.
E viva a transparência, nao?
Abracos
O silêncio da solidão mora em meus olhos
Revela-se na tristeza, retém a palavra amarga
Tem a nudez de um aguaceiro de Maio
Uma garganta presa em grades que a voz embarga
Hoje a Ilha acordou presa ao silêncio
Os pássaros voaram no chão de barro frio
Esqueceram-se de subir ao azul
Lavaram as penas nas águas de um rio
Convido-te a descansar a alma nas minhas pedras de Ouro
Boa semana
Mágico beijo
Não me pergunte porque, mas me fez pensar na falta da continuidade, na própria morte e nas cores que cintilam quando a escuridão prevalece...
Acho que estou na fase de Maiakóvski: "A poesia é uma forma de produção. Dificílima, complexíssima, porém produção".
Liz, a tela é belíssima e o poema..., é o próprio tempo! bjusss
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