sexta-feira, agosto 22



Estou, como os alcólatras e drogados que resolveram deixar o vício, em síndrome de abstinência.
De longe, o sofrimento daqueles, deve ser bem mais dolorido que o meu. Mas para mim também não está fácil administrar esta situação.
Primeiro, minha máquina fotográfica pifou. Está no conserto já vão lá mais de 10 dias. Não saio pra rua sem ela. É uma peça indispensável na bolsa assim como a carteira de dinheiro e o telefone celular. Não consigo me acostumar com sua falta...

Segundo, estou longe de um Yorkshire, que pousou de pára-quedas em casa de minha mãe e que me adotou como dona ou mãe-postiça pois tenho passado longos períodos com mami à cause dela estar precisando constantemente de minha presença. A mãe verdadeira dele é minha sobrinha Carol que temporariamente não está podendo abrigá-lo e que aliás, aparece na foto aí em cima com ele. Quase me atrevo dizer que ela dançou. Ele agora me considera sua mãe e como tal, sente minha falta quando me afasto de lá e eu, por minha vez, morro de saudades dele também.
Pedi um tempo para mami. Para respirar, rever amigos, minha casa, minhas coisas, minha vida e agora estou aqui, louca prá voltar. E o pior: prá rever um cãozinho!!!!!

3 comentários:

Sergio LdS disse...

Liz, ficar sem a máquina fotográfica não consigo imaginar. Longe do "dog", também? Uau!!! Não sei o que dizer para confortá-la. Abraço.

Vira Vento disse...

Para ti,
lenga lenga tons magenta :)

claudia disse...

ai...vim agradecer a visita
agradecer as palavras de carinho...
obrigada...
um beijo grande e apareça