segunda-feira, maio 21




"...Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar para aprender a viver

e a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
prá receber daquilo que aumenta o coração..."

(Mafalda Veiga)


Au milieu de ma vie, j'ai encore appris
C'que j'ai appris, ça tient en trois, quatre mots :

Le jour où quelqu'un vous aime, il fait très beau,
j'peux pas mieux dire, il fait très beau !

C'est encore ce qui m'étonne dans la vie,
Moi qui suis à l'automne de ma vie
On oublie tant de soirs de tristesse
Mais jamais un matin de tendresse !
(paroles de
Jean-Loue Dabadie, qui Jean Gabin chante)


Um comentário:

adelaide amorim disse...

Lindos poemas, Liz. E verdadeiros, o que nem sempre ocorre aos poemas, mesmo que sejam cheios de beleza. Gostei em especial do segundo, que fala de tudo que importa na vida. Um beijo.